A Música de Santa Tereza

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Click e conheça o Site OficialSe a história da MPB fosse escrita através de seus movimentos mais importantes, o Clube da Esquina com certeza ganharia um farto capítulo. Movimento que trouxe à tona nomes como Milton Nascimento, o pianista e arranjador Wagner Tiso e o letrista Fernando Brant, o Clube (assim chamado Click e conheça o Site Oficial pelo fato da turma se reunir na esquina das ruas Paraisópolis e Divinópolis) trouxe Minas para os ouvidos do Brasil, assim como a Tropicália tinha feito com a música vinda do Nordeste. Assustando executivos da antiga Odeon ao propor um disco duplo reunindo compositores mineiros, Milton Nascimento estava prestes a dar reconhecimento a pessoas  como Lô e Márcio Borges, Beto Guedes, Tavinho Paes e posteriormente, Emílio Pieroni.

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     A importância do Clube da Esquina para o bairro está documentada

        entre as famosas Ruas Divinópolis e Paraisópolis - O Clube da Esquina.

O CLUBE,  A ESQUINA


Em 1970, Milton Nascimento estava obcecado pelo talento de um jovenzinho, de coração beatlemaníaco e inundado por rock progressivo inglês, do bairro de Santa Tereza, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Este jovem cresceu sob os olhares, ritos e pulsações de muita cachaça, poesia e violão que seu irmão mais velho dividia rotineiramente com Milton, em sua casa. Márcio, o irmão mais velho, encantado por acordes atrevidos do rapaz, redigiu uma carta para os ídolos do irmãozinho, os Beatles. Carta e acordes viraram música, e este foi o primeiro documento formal de Peter Pan no livro do clube dos meninos perdidos daquela esquina, Divinópolis com Paraisópolis, em Santa Tereza, no miolo das montanhas, Belo Horizonte.A música recebeu o nome Para Lennon e McCartney. Pouco tempo depois, Milton, desconcertado diante de um moleque que parecia sintetizar, com pares de tênis sujos, barba e bigode finos e imaturos na cara, o estereótipo do jovem prodígio, foi embebedar-se da fonte da juventude. Milton, dez anos mais velho, chamou o menino e os dois assinaram juntos, em 1972, "Milton Nascimento e Lô Borges", uma lenda fonográfica brasileira, bolacha de vinil conhecida como Clube da Esquina.
 
 Há um menininho negro e outro branco na imagem da capa, os dois estão sujos de terra, você já viu? Logo após o Clube da Esquina, ainda em 1972, veio, sem Milton, o Disco do Tênis, uma sucessão desorganizada e apressada (músicas muito belas terminam antes dos 2 minutos) de impressões e ecos colegiais que hoje soam, com grande efeito poético e melódico "de época", como interessante arquivo de fotografias sonoras de um tempo, o início dos anos 70, e de sua adolescência. O disco é peça rebelde, delicada e agressiva como adolescentes inteligentes podem ser. Lô ficou fora de cena alguns anos e voltou, em 1979, com o disco Via Láctea, registro perfeitamente datado, passaporte musical autêntico para as nuvens e o cheiro de um tempo em que tudo parecia estar em transição - vidas, política, música. 
 
Que seja dito: melancólica transição. O disco, uma ofensa de texturas melódicas fortes e estranhamente aromatizadas à base de sensível componente saudosista - o teor de saudosismo desse disco parece ser renovado a cada ano-, é curiosamente melancólico e não estaria deslocado, ao lado do próprio Clube da Esquina, de Milagre dos Peixes e Minas (1973, 1975 - Milton) e de Amor de Índio (1978 - Beto Guedes), em uma listinha de 5, à moda Alta Fidelidade, que resumisse o legado daqueles mineiros para a música popular. Depois de alguns outros discos, muito distantes cronologicamente entre si, alguns irregulares, Lô voltou, no finalzinho do ano passado, com Um Dia e Meio. É certamente o trabalho mais significativo de Lô, desde o Via Láctea. Lô Borges anda compondo e enxergando música como jovem de coração, isto é nítido em 12 faixas que dizem muito sobre raízes e sobre o próprio Clube da Esquina - o time, a instituição, não mais o disco.
 O disco novo é afetuosamente nostálgico e curiosamente alimentado via calor de juventude. Um Dia e Meio parece estabelecer a freqüência mais bem resolvida entre Lô e o passado. O disco aparentemente leva Lô Borges a um passeio panorâmico pela Terra do Nunca. Tem de tudo aqui, começando por Beatles, santidade homenageada via vozes e toques inconfundivelmente Clubistas e guitarras mais plugadas e temperamentais do que o normal na música pop brasileira atual. 
 
Tudo em Cores Pra Você é um primor retrô e dengoso de delicadeza formato rock‘ n roll, poderia ter sido tocada amorosamente no enterro de George Harrison. No entanto, a visita aos Beatles não priva Lô de exercitar linguagem roqueira mais moderna e até de hospedar-se em outros territórios do estilo. Até Amanhecer parece citar Police. Açúcar Sugar , um teatro de palavras combinadas com incrível impacto sensorial, entre odor e imagens de pétalas e de fogo, tem letra escrita por Tom Zé e acordes juntados por um Lô com parabólica alcançando informações diversas, em modelo encorpado de rock. É tratamento de espírito jovem o que está por trás da maquiagem de todas essas músicas. Com o irmão Márcio Borges, sim, aquele do começo da história, Lô escreveu um terço das músicas de Um Dia e Meio
 
. É fácil perceber o imaginário tão peculiar e a alma bucólica e sonhadora de Márcio, sujeito muito ligado em abelhas, aranhas, vento e amor lírico, sublinhados em traços de caneta distribuídos por Um Dia e Meio. São traços fortes representados por material de olhares calmos refletidos sobre paisagens, mundo e gente, ao longo de algumas décadas. Palavras já saem da boca de Lô Borges apontando a assinatura "Márcio Borges", não é preciso ler o encarte.Márcio, primeiro parceiro de Milton Nascimento, é uma espécie de guru das letras no Clube da Esquina, e o fato de sua poesia falar alto nesse último disco chega a ser sintomático da fase atual de Lô Borges. É também interessante notar que Márcio envelheceu e como isto fica registrado poeticamente na discografia do irmão. Escute as músicas Sonho Novo , com sotaque folk, e Até Amanhecer . No Topo do Mundo , Márcio reflete sabor de liberdade com prazer e precisão que, ironicamente, aos 25 anos, não seriam alcançáveis. Voltando à Terra do Nunca, Qualquer Lugar soa como uma possível atualização de Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, clássico do disco Clube da Esquina. Por que não? tem letra de Arnaldo Antunes e cintila cinematograficamente. Parece Bertolucci, entre pele e poesia, com clima noturno de intimismo acústico, tão próprio de Lô Borges.
 
Esta música tem cores de reencontro e indica um Lô Borges desenhando harmonia possivelmente sonhada sob o céu com cheiro de cerveja e calçada, na esquina da Paraisópolis com a Divinópolis, nos idos dos anos 70. Lô, em 2003, antes de Um Dia e Meio, apareceu com o hit Dois Rios, como co-autor. Nos meios de comunicação, falou-se um pouco do Clube da Esquina durante o boom dessa música, que realmente é a cara do Um Dia e Meio (Beatles + Clube). Não sei se fãs jovens do Skank teriam abertura para o disco novo de Lô Borges, mas... bem, quem acha que o Clube da Esquina “reencarnou” no Cosmotron tem que escutar o Um Dia e Meio e verificar que o Peter Pan não morreu. Na teia:

SKANK

Sobre o comeClick e conheça o Site Oficialço de carreira, Samuel fala: "Quando começamos, em 91, vínhamos de experiências anteriores como o grupo Pouso Alto. O Fernando Furtado poderia ter integrado o Skank, mas virou nosso empresário. Fazíamos shows em bares e em festas realizadas em sítios nos arredores de Belo Horizonte, nos quais ia muita gente. Durante um ano, juntamos o dinheiro desses shows numa poupança. Pensamos numa fita demo, mas o Fernando achou que gravar um CD seria um investimento mais ousado. Ninguém na época fazia isso. Resolvemos encarar, pois as gravadoras não estavam dando chances para grupos novos. Fizemos três mil cópias em 92, que vendemos e enviamos para gente na mídia, tipo o Carlos Eduardo Miranda e o Otávio Rodrigues (ex-editor da revista 'Bizz'), que nos ajudaram. Os mineiros Samuel Rosa (guitarra e vocal), Henrique Portugal (teclado), Haroldo Feretti (bateira) e Lelo Zanetti (baixo), que compõem o Skank , começaram a tocar juntos ainda adolescentes e escolheram o reggae porque tinham certeza de que o país, o síndico e o diretor do colégio abominavam o ritmo. Até 1991, os quatro faziam parte de uma banda chamada "Doctor Penetration", que tocava covers em bares de Belo Horizonte.

Sobre o nome da banda, eles explicam: "A gente ouvia reggae e as letras falavam muito em skunk", diz Samuel Rosa, vocalista da banda. "Queríamos saber se era fumo mesmo, perguntamos para o pessoal do Jimmy Cliff. Eles explicaram que 'skank', com 'a', era um ritmo, uma cadência do reggae." O nome já rendeu algumas complicações. "Um dia, abro o jornal e vejo a capa do nosso primeiro disco na seção de polícia", conta Henrique Portugal, tecladista. "Polícia recolhe cartazes de banda mineira". Os cartazes não eram da banda, mas de uma loja de bicicletas, Skank. A polícia não reparou na vogal "a". Foi em 1992 que Henrique entrou nos escritórios da gravadora Sony, no Rio, com um disco independente embaixo do braço. Deu sorte: ouvidos treinados captaram potencial comercial por trás daquele reggae estranhamente mineiro. A associação com a gravadora rendeu um hit modesto, em 93, "O Homem que Sabia Demais". No ano seguinte participaram do Hollywood Rock, na mesma noite que Whitney Houston. Esse primeiro disco acabou vendendo 150 mil cópias.

Em novembro de 94 foi lançado o segundo disco do Skank, chamado "Calango". O título do disco surgiu de um ritmo típico mineiro, onde duas pessoas dançam numa espécie de duelo. "É uma mistura das nossas referências universais com o que temos da nossa essência, da nossa terra", explica sobre o disco, o vocalista Samuel Rosa. Esse disco teve mais de um milhão de cópias vendidas.

A plataforma que os conduziu do anonimato à fama tem nome: Roberto Carlos. "É Proibido Fumar", "cover" de sucesso do Rei estourou, atingindo desde as estações mais bregas de AM até o público adolescente da MTV. "Abriu muitas portas, sim. Eu tenho muito tesão pelo que a gente fez, que foi passar uma leitura de um cara como o Roberto Carlos para o pessoal mais novo. O Roberto escreveu uma página da cultura nacional, é cúmplice de toda essa idéia de pop brasileiro. Foi ele que trouxe, lá nos anos 60, a ligação da música com o comportamento, corte de cabelo, roupa, jeito de andar, falar..." Nossa pretensão sempre foi ser uma banda de dancehall, a variedade mais moderna do reggae. Em 'Calango', quisemos, dentro desse espírito, acentuar nosso sotaque brasileiro, mineiro", diz Rosa.

Os mineiros do Skank estouraram de vez com "O Samba Poconé", seu terceiro álbum, que vendeu 1,6 milhão de cópias. Seu som mistura reggae com outros ritmos dançantes. Esse disco traz como novidades uma parceria com Nando Reis, dos Titãs, e participação de Manu Chao, ex-vocalista do grupo francês Mano Negra. O maior hit do disco, "Garota Nacional", se transformou no clipe mais exibido de 96 na programação da MTV. A música surgiu quando o saxofonista do Skank, Chico Amaral, estava bebendo no Bar Nacional, em Belo Horizonte, quando ficou encantado com a menina da mesa ao lado. Ainda em 1996, a banda se envolveu numa briga judicial com o poeta baiano Ajax Jorge da Silva que exigiu da Justiça de Salvador a proibição das execuções públicas das músicas "Pacato Cidadão", "Esmola", "O Beijo e a Reza", "Te Ver", "Garota Nacional" e "Eu Disse a Ela". Depois de muita discussão, nada foi provado contra a banda mineira, que seguiu seu caminho sem se preocupar.

Em 97, a banda tocou no Chile, Argentina, Espanha, Itália, Suíça, Portugal, Alemanha e França. Em julho de 98, o Skank lançou seu quarto disco chamado "Siderado". O disco - o primeiro brasileiro mixado no estúdio Abbey Road, onde os Beatles gravavam - já saiu com 500 mil cópias vendidas. "Siderado" é o primeiro álbum da banda cuja produção não fica sob responsabilidade de Dudu Marote. A produção gringa ficou a cargo de John Shaw (UB40) e de Paul Ralphes. Em 2000, mais do que consagrada, a banda lançou seu quinto álbum chamado "Maquinarama", que foi lançado já como disco de platina (250 mil cópias vendidas). A novidade desse trabalho foi a exclusão do naipe de metais que sempre acompanhou o Skank e que ajudou a caracterizar o som da banda. "Maquinarama" teve a produção de Chico Neves (que já trabalhou Paralamas, Lenine entre outros) e Tom Capone (que já trabalhou com Legião Urbana, Pedro Luís e a Parede entre outros).

Fonte: Folha de São Paulo

 SEPULTURA
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Igor, Max, Jairo e Paulo

Quando a maldição foi lançada, poucos imaginavam que aqueles despretensiosos garotos iriam voar tão longe. Como muitos sabem o SEPULTURA nasceu como uma brincadeira no começo dos anos 80 na cidade de Belo Horizonte. Mas o destino foi generoso, e não brincava, quando colocou no caminho do metal Paulo Jr. (bx), Jairo Guedez (g), Max (g) e Igor Cavalera (bt).

O Death Metal Brasileiro ainda engatinhava quando o SEPULTURA lançou sua primeira gravação, o famoso split álbum BESTIAL DEVASTATION/SÉCULO XX (85), dividido com os conterrâneos mineiros do OVERDOSE. Músicas extremas como'‘Bestial Devastation' e 'Antichrist' mostravam à que vinha a banda, e começava a crescer uma legião de fãs pelo Brasil. Após este primeiro passo, foi inevitável ao SEPULTURA realizar a grande experiência musical da banda de metal surgida do nada, um disco próprio.

E nasceu MORBID VISIONS (86), um álbum memorável, apesar da produção precária. Como na gravação anterior há bons riffs e músicas, um exemplo é o hino 'Troops of Doom'. O disco proporcionou o começo dos shows pelo Brasil, mas também a despedida de Jairo Guedez.Click e conheça o Site Oficial

O SEPULTURA crescia com uma velocidade sem precedentes na cena brasileira. E conseguiram sem demora preencher a vaga deixada por Jairo, com o excelente músico Andreas Kisser, dotado de um estilo inovador e arrojado. Foi em seguida lançado SCHIZOPHRENIA(87), um álbum cheio de gás novo que logo tornou-se um marco do metal brasileiro devido á boa produção e músicas marcantes ( 'Escape to the void' e a instrumental 'Inquisition Symphony', entre outras). Em turnê, a banda foi escalada para tocar em lugares de difícil acesso, como Manaus no Amazonas.

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Igor, Max, Paulo e Andreas

A partir deste ponto o SEPULTURA passou a despertar interesse mundial. O furor provocado pelo SCHIZOPHRENIA fez com que houvesse um lançamento pirata do disco por uma gravadora européia, que chegou á inacreditável marca de 30.000 cópias vendidas (porém sem a banda poder usufruir dos direitos autorais).

Após a boa repercussão do disco de 1987, o SEPULTURA continuou a galgar os degraus da fama, assinando um contrato de longos anos com a gravadora Holandesa RoadRunner. Isso possibilitou à banda gravar aquele que veio a ser um dos discos mais respeitados da história do metal mundial. BENEATH THE REMAINS(89), é até hoje uma grande referência. Foi gravado no Brasil, e apesar do orçamento apertado trouxeram o produtor norte-americano Scott Burns. Ele foi uma peça fundamental devido á sua experiência. Proporcionou condições favoráveis de trabalho para a banda e os ensinou a trabalhar como profissionais, passando informações valiosas aos músicos iniciantes. O produtor mixou e masterizou o trabalho em sua terra natal, algo inédito para uma banda de metal brasileiro na época.

Lançado o disco o SEPULTURA partiu para sua primeira turnê internacional, viajando pela Europa junto com os alemães do Sodom, Estados Unidos, e México. A banda chamou atenção por onde passou e seu nome despontou na mídia mundial. Nesta turnê encontraram uma de suas fontes de inspiração, Lemmy Kilmister e seu Motörhead, cruzaram o muro de Berlim ainda na época da guerra fria, e até conheceram o Metallica (banda muito forte na época). Foi gravado nesta época o primeiro vídeo clipe do SEPULTURA, 'Inner Self ', que tal qual 'Mass Hypnosis' e ‘Beneath the Remains’, tornou-se um clássico da banda.

A história continua com o disco ARISE (91). Curiosamente ele foi lançado antes no Brasil devido ao festival Rock in Rio II, no qual o SEPULTURA foi um dos destaques. Esta versão antecipada leva o título ARISE ROUGH MIXES.

Logo a apresentação no Rio a banda promoveu um show gratuito em São Paulo na praça Charles Müller em frente ao estádio do Pacaembu. A audiência de aproximadamente quarenta mil pessoas mostra a força que o SEPULTURA já possuía. Infelizmente algumas pessoas confundiram o espírito de confraternização dos fãs, e um rapaz foi assassinado. Esta fatalidade criou um falso mito sobre o público da banda, que repercutiu por muitos anos negativamente fazendo com que muitos produtores de shows Brasileiros temessem marcar shows com o grupo.

No exterior, por sua vez, a turnê do ARISE foi longa e passou por lugares longínquos e inéditos como Grécia e Japão. Na Austrália foi lançado um dos primeiros singles oficiais da banda, o ‘Third World Posse’. Outros singles deste álbum são 'Under Siege' e 'Dead Embryonic Cells'.

Na Holanda tocaram estrearam em um festival internacional de grande repercussão, o ‘Dynamo Open Air’, para mais de trinta mil pessoas. E atraíram mais de 100.000 fãs, nas duas apresentações feitas em estádios, quando estiveram na Indonésia. Lá também foram premiados com fitas cassetes de ouro pelas excelentes vendas.

Gravaram os clipes de ‘Arise’ e ‘Dead Embryonic Cells’, e lançaram seu primeiro home-vídeo, ‘Under Siege’, que foi gravado em Barcelona, Espanha. Com todos estes acontecimentos ligados ao disco ARISE o SEPULTURA firmou seu nome mundo a fora.

CHAOS A.D. (93) foi um dos passos mais importantes da história da banda. O SEPULTURA optou por um lado musical nunca antes explorado, misturando seu som brutal com elementos de música popular e com isto definiram a linha musical de vanguarda que se tornou sua marca registrada.